Quando pararei de amar com intensidade?
Quando deixarei de me prender aos seres e coisas?
Quando me livrarei de mim?
Do que sou do que quero do que penso
Quando deixarei de prantear?
No dia em que eu deixar de ser eu
No dia em que eu perder a consciência do mundo que idealizei
Nesse dia eu sorrirei sem saber do que sorrio
Solano Trindade
quarta-feira, 18 de março de 2009
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